A direção é mais importante que o tempo, por isso a bússola foi inventada antes do relógio.
A direção sempre foi em função do outro.


Por que.
Não foi curiosidade acadêmica. Foi necessidade operacional. Liderei estruturas com dezenas, depois centenas de profissionais. Organograma certo, processo certo, meta certa e mesmo assim, trava. A causa raramente estava no processo. Estava no comportamento: como as pessoas decidem, comunicam, interpretam o não dito, reagem sob pressão, confiam ou deixam de confiar.
Onde.
Depois de mestrado em Contabilidade, pós-graduação em Neurociências, Negociações Estratégicas, Gestão de Projetos, Metodologias Ágeis. Cada formação deu uma lente. Nenhuma, isoladamente, deu a resposta. Segui investigando em áreas fora do currículo executivo padrão: Acupuntura, Astrologia, Master de Programação Neurolinguística, Oratória, Formação de Instrutores, Hipnoterapia, Fitoterapia, Master Coaching.
Direção.
Cada ângulo novo elimina um ponto cego.
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Alunos em sala
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Empresas contratantes
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Anos ensinando




































































Trabalho.
Quinze anos e 31 organizações depois, o mesmo padrão se repetiu o suficiente para virar estrutura: três camadas de trabalho:
Gestão de si: decisão, prioridade, comportamento
Gestão de pessoas: liderança, comunicação, conflito
Gestão das organizações: cultura, estratégia, sucessão
Método.
Por isso o método segue uma ordem:
- Entender a pessoa
- Depois planejar a intervenção
Pessoa primeiro, problema depois, método por último.
Objetivo.
A pessoa enxergar o próprio comportamento antes de tentar corrigi-lo.
comportamento
efeito
compreensão
escolha
resultado
Conclusão.
Nenhuma organização muda porque o processo mudou.
Muda quando as pessoas decidem agir de uma nova forma.
