Identidade
Identidade pessoal.
Identidade pessoal é o ponto inicial da jornada de Gestão de Si. Este artigo define o que é (e o que não é) identidade pessoal, situa sua base conceitual entre personalidade, autoconceito, crenças e narrativa, apresenta as dificuldades mais comuns na forma como ela se manifesta no dia a dia e propõe perguntas e atividades de diagnóstico para observar como a própria identidade está organizada, preparando a transição para a etapa seguinte da jornada, Autoconsciência.
Por que importa?
Nossa percepção sobre quem somos influencia aquilo que consideramos possível.
Como aparece?
Observe algumas frases comuns:
Ideia central
Identidade pessoal é a forma como uma pessoa organiza quem acredita ser, interpreta suas experiências e sustenta escolhas coerentes com a vida que deseja construir.
Identidade pessoal é o ponto inicial da jornada de Gestão de Si.
Antes de discutir objetivos, carreira, produtividade, relacionamentos ou desenvolvimento, existe uma pergunta anterior:
Quem é a pessoa que está fazendo essas escolhas?
Grande parte das decisões que tomamos parece responder à pergunta “o que devo fazer?”. Entretanto, por trás dela existe outra:
“Quem acredito que sou?”
A identidade funciona como uma referência interna a partir da qual interpretamos situações, atribuímos significado às experiências e estabelecemos limites sobre aquilo que consideramos possível, adequado ou coerente para nós.
Por isso, a jornada pessoal começa aqui.
- 1.Identidade
- 2.Autoconsciência
- 3.Direção
- 4.Decisão
- 5.Organização
- 6.Execução
- 7.Relações
- 8.Carreira
- 9.Evolução
- 10.Legado
Normalmente, ninguém acorda pela manhã pensando:
“Preciso trabalhar minha identidade pessoal.”
A questão aparece de outras maneiras:
- “Tenho uma vida boa, mas alguma coisa não encaixa.”
- “Não sei mais se quero continuar fazendo o que faço.”
- “Tenho dificuldade para dizer não.”
- “Sei que consigo fazer mais, mas continuo parado.”
- “Passei tantos anos cumprindo responsabilidades que não sei mais o que realmente quero.”
- “Quando estou trabalhando sou uma pessoa; em casa, parece que sou outra.”
- “Conquistei coisas importantes, mas não tenho certeza de que essa vida foi realmente escolhida por mim.”
Essas situações parecem diferentes, mas podem compartilhar uma questão de fundo:
A vida que estou vivendo continua coerente com quem sou, ou apenas com quem aprendi que deveria ser?
Essa pergunta não pressupõe que exista algo errado.
Ao longo da vida assumimos papéis, respondemos a expectativas, fazemos escolhas e nos adaptamos às circunstâncias.
Parte disso permanece coerente conosco. Parte pode deixar de fazer sentido.
Revisitar a própria identidade é observar essa diferença.
Identidade pessoal pode ser compreendida como a organização das respostas que construímos, ao longo do tempo, para perguntas como:
- Quem sou?
- O que valorizo?
- No que acredito?
- Como costumo agir?
- Quais papéis desempenho?
- A quais grupos pertenço?
- O que considero importante preservar?
- Que tipo de pessoa quero ser?
Ela não é formada por uma única característica.
Uma forma simples de compreendê-la é considerar que nossa percepção de identidade resulta da interação entre diferentes elementos: história, valores, crenças, papéis, relações, experiências, escolhas e a narrativa sobre si mesmo.
Uma pessoa pode simultaneamente se reconhecer como pai, mãe, filho, profissional, professor, gestor, amigo, estudante ou empreendedor. Esses são papéis.
Mas identidade não é simplesmente a soma deles.
Existe também a interpretação que fazemos sobre quem somos enquanto desempenhamos esses papéis.
- “Sou responsável.”
- “Sou alguém que resolve problemas.”
- “Sou independente.”
- “Sou tímido.”
- “Não sou bom com números.”
- “Não sei lidar com conflitos.”
Essas frases não descrevem apenas acontecimentos.
Elas começam a construir uma representação sobre a própria pessoa. E essa representação pode influenciar comportamentos futuros.
Identidade não é personalidade
Os conceitos se relacionam, mas não são equivalentes.
Personalidade refere-se a padrões relativamente estáveis de pensamentos, emoções e comportamentos.
Identidade envolve também a maneira como a pessoa compreende, interpreta e conta para si mesma quem ela é.
Identidade não é profissão
Você pode ser professor, executivo, médico, empreendedor ou engenheiro.
Essas atividades podem ocupar uma parte importante da identidade, mas não representam necessariamente sua totalidade.
Existe uma diferença importante entre:
“Sou diretor.”
e
“Ocupo atualmente uma posição de diretor.”
A primeira formulação aproxima função e identidade.
A segunda preserva uma separação entre pessoa e papel.
Essa distinção torna-se especialmente importante durante mudanças profissionais, aposentadoria, demissão, promoção ou transição de carreira.
Identidade não é comportamento
Considere duas frases:
“Eu me atrasei.”
“Eu sou desorganizado.”
Na primeira existe um comportamento observável.
Na segunda, esse comportamento foi utilizado para definir a pessoa.
Essa diferença parece pequena, mas produz consequências importantes.
Quando um comportamento passa a representar quem acreditamos ser, mudar aquele comportamento pode se tornar mais difícil.
Identidade não é um teste
Nenhum questionário, assessment ou instrumento psicológico consegue responder integralmente à pergunta:
“Quem sou?”
Instrumentos podem produzir informações úteis. Podem indicar tendências, padrões ou características.
Mas são fontes de informação sobre a pessoa, não substitutos da própria pessoa.
Nossa percepção sobre quem somos influencia aquilo que consideramos possível.
Imagine alguém dizendo:
“Quero começar a correr.”
Existe uma diferença entre:
“Estou tentando correr três vezes por semana.”
e:
“Sou uma pessoa que pratica atividade física regularmente.”
Na primeira situação existe uma atividade.
Na segunda começa a existir uma representação de identidade associada ao comportamento.
Isso não significa que basta repetir uma frase para produzir transformação. Identidade precisa encontrar correspondência na experiência.
A pessoa pratica. Percebe que consegue. Repete. Acumula experiências. Passa a interpretar essas experiências como evidência sobre si mesma.
Pouco a pouco, comportamento e identidade podem começar a se retroalimentar:
O processo também pode ocorrer em direção contrária.
Uma pessoa que pensa:
“Não sou disciplinada.”
pode interpretar uma dificuldade como confirmação:
“Está vendo? Eu sabia.”
Outra pessoa pode interpretar a mesma situação de maneira diferente:
“Ainda não encontrei uma rotina que consiga sustentar.”
O problema continua existindo. Mas deixou de ser uma sentença sobre a pessoa.
Identidade como construção
Identidade não precisa ser compreendida como uma fotografia permanente.
Uma metáfora mais adequada é a de uma história que continua sendo escrita.
Existem características relativamente estáveis, mas existe também transformação.
Experiências importantes, relacionamentos, educação, mudanças profissionais, perdas, conquistas e decisões podem alterar a maneira como uma pessoa compreende a si própria.
Por isso, algumas respostas que faziam sentido aos vinte anos podem não representar adequadamente a pessoa aos quarenta.
Isso não significa necessariamente incoerência. Pode significar desenvolvimento.
Autoconceito
Uma parte importante dessa discussão envolve o autoconceito¹.
Ao longo da vida construímos representações sobre nós mesmos.
- “Sou inteligente.”
- “Tenho dificuldade para aprender idiomas.”
- “Sou bom com pessoas.”
- “Não consigo vender.”
- “Sou reservado.”
Essas representações ajudam a organizar nossa experiência.
O problema aparece quando uma descrição passa a funcionar como limite absoluto.
Existe diferença entre:
“Tenho dificuldade para falar em público.”
e:
“Não sou uma pessoa capaz de falar em público.”
Uma descreve uma dificuldade. A outra transforma a dificuldade em identidade.
Identidade e crenças
Também construímos crenças sobre nós mesmos e sobre como o mundo funciona.
Algumas funcionam como regras internas:
- “Para ser respeitado, preciso demonstrar que sei.”
- “Se pedir ajuda, demonstrarei fraqueza.”
- “Preciso agradar as pessoas.”
- “Não posso decepcionar ninguém.”
- “Só posso descansar depois de terminar tudo.”
- “Preciso controlar tudo para que as coisas funcionem.”
Em determinados momentos, essas crenças podem ter sido úteis.
O problema não é simplesmente possuir crenças. A questão é compreender o que elas produzem atualmente.
Uma pergunta prática é:
Que comportamento essa crença produz em mim?
E depois:
Esse comportamento ainda é útil para a vida que quero construir?
Identidade como narrativa
Nós não apenas vivemos experiências. Também contamos histórias sobre elas.
Duas pessoas podem atravessar acontecimentos semelhantes e construir significados completamente diferentes.
Da mesma maneira, uma pessoa pode reinterpretar sua própria história ao longo do tempo.
Isso significa que parte da identidade está relacionada à narrativa construída sobre:
- o que aconteceu;
- por que aconteceu;
- quem eu fui naquela situação;
- o que aquilo diz sobre mim;
- o que aprendi;
- quem me tornei depois da experiência.
Revisitar identidade não significa inventar outra história.
Significa verificar se a interpretação que carregamos ainda representa adequadamente aquilo que vivemos e aquilo que somos hoje.
A psicologia contemporânea diferencia conceitos como identidade, autoconceito, personalidade, comportamento e autorregulação.
Eles se relacionam, mas não devem ser tratados como equivalentes.
Características de personalidade apresentam estabilidade relativa ao longo da vida, embora mudanças também possam ocorrer (ROBERTS; WALTON; VIECHTBAUER, 2006).
O autoconceito e diferentes dimensões da identidade são influenciados por experiências, relações sociais, contexto, papéis desempenhados e interpretações construídas pelo próprio indivíduo (OYSERMAN; ELMORE; SMITH, 2012; MCADAMS; MCLEAN, 2013).
Isso significa que desenvolvimento pessoal não deve ser apresentado como uma simples decisão de “tornar-se outra pessoa”.
Mudanças consistentes tendem a envolver processos como:
- novas experiências;
- aprendizagem;
- reflexão;
- feedback;
- mudança comportamental;
- repetição;
- interação social;
- revisão de interpretações;
- desenvolvimento de novas competências.
Também é necessário cuidado com explicações que utilizam termos da neurociência para justificar qualquer técnica de desenvolvimento pessoal.
O cérebro participa necessariamente de aprendizagem, memória, emoção e comportamento (GOLEMAN, 1995; KAHNEMAN, 2011).
Isso, entretanto, não significa que toda técnica comportamental seja automaticamente uma “técnica de neurociência”.
Neste material, evidência científica, modelos conceituais e ferramentas práticas serão tratados de acordo com a sustentação disponível para cada um.
Observe algumas frases comuns:
- “Não sou criativo.”
- “Não tenho perfil comercial.”
- “Sou péssimo para falar em público.”
- “Não consigo liderar pessoas.”
- “Não sou disciplinado.”
- “Sou assim mesmo.”
Essas frases possuem algo em comum: transformam uma experiência, dificuldade ou padrão de comportamento em uma afirmação sobre identidade.
Experimente uma pequena mudança.
Em vez de:
“Não sou disciplinado.”
considere:
“Tenho apresentado dificuldade para manter determinadas rotinas.”
Em vez de:
“Sou péssimo para falar em público.”
considere:
“Ainda tenho dificuldade para falar diante de grupos.”
O objetivo não é tornar a frase artificialmente positiva. O objetivo é torná-la mais precisa.
A precisão permite separar quem sou de como estou agindo neste momento.
Essa separação cria uma possibilidade importante: comportamentos podem ser observados, analisados, treinados e modificados.
Confundir familiaridade com identidade
Fazemos algo durante muitos anos e concluímos:
“Eu sou assim.”
Talvez essa característica realmente seja relativamente estável. Mas existe outra possibilidade:
“Eu aprendi a funcionar assim.”
A diferença é importante: a primeira frase encerra a investigação; a segunda abre uma pergunta.
Confundir adaptação com escolha
Família, escola, trabalho, cultura e grupos sociais participam da construção de nossa percepção sobre quem somos.
Uma criança elogiada continuamente por ser responsável pode começar a organizar sua identidade em torno dessa característica.
Isso pode ser positivo. Mas também pode produzir uma regra implícita:
“Meu valor depende de eu resolver os problemas.”
Anos depois, essa pessoa pode ter dificuldade para pedir ajuda, delegar ou admitir cansaço.
Uma característica valorizada pode, em determinados contextos, tornar-se limitadora.
Transformar um papel na identidade inteira
- “Sou executivo.”
- “Sou empresário.”
- “Sou mãe.”
- “Sou professor.”
Papéis importantes podem ocupar progressivamente quase toda a percepção de identidade.
O problema aparece quando aquele papel muda:
- Quem sou quando meus filhos saem de casa?
- Quem sou quando deixo determinado cargo?
- Quem sou quando me aposento?
- Quem sou quando a empresa deixa de existir?
Quanto mais concentrada estiver a identidade em um único papel, maior pode ser o impacto de uma mudança nesse papel.
Procurar uma definição definitiva
Outra dificuldade é tentar responder à pergunta “quem sou?” como se existisse uma resposta final.
Identidade possui continuidade, mas também movimento.
Uma resposta mais produtiva pode incluir duas perguntas:
Quem sou hoje?
e
Quem estou me tornando?
Compreender identidade exige mais do que leitura.
É necessário observar como a própria identidade está organizada.
Por isso, este tema possui atividades específicas de desenvolvimento.
Cada atividade deve ser realizada separadamente.
Não existe resposta correta.
O objetivo é produzir informação sobre você que normalmente permanece implícita.
Existe uma prática simples que pode ser realizada durante a rotina.
Observe sua linguagem, especialmente frases que começam por:
- “Eu sou...”
- “Eu não sou...”
- “Eu sempre...”
- “Eu nunca...”
- “Eu não consigo...”
- “Isso não é para mim...”
Não tente corrigir imediatamente aquilo que perceber. Primeiro registre.
Depois pergunte:
Estou descrevendo um fato, um comportamento, uma dificuldade, ou transformando isso em uma definição sobre quem sou?
Essa distinção é um exercício de autoconsciência.
O objetivo não é eliminar características negativas da descrição pessoal. É aumentar a precisão da maneira como você se observa.
Reserve alguns minutos e responda sem procurar a resposta socialmente mais adequada.
Essas perguntas não constituem diagnóstico psicológico, funcionam como instrumento de reflexão estruturada.
Identidade
Perguntas de reflexão
- Quem sou quando retiro meu cargo ou profissão da resposta?
- Quais cinco características utilizo espontaneamente para me definir?
- Quais dessas características considero positivas?
- Quais considero limitadoras?
Origem
Perguntas de reflexão
- Quais dessas características foram reconhecidas por mim?
- Quais foram repetidamente atribuídas por outras pessoas?
- Que expectativas familiares influenciaram quem aprendi que deveria ser?
- Que experiências mudaram significativamente minha percepção sobre mim?
Papéis
Perguntas de reflexão
- Quais são os principais papéis que desempenho atualmente?
- Qual deles ocupa maior espaço na minha vida?
- Qual ocupa espaço maior do que eu gostaria?
- Quem sou quando retiro temporariamente esses papéis?
Crenças
Perguntas de reflexão
- Que comportamento justifico dizendo “sou assim”?
- O que acredito que preciso fazer para ser respeitado?
- O que acredito que preciso fazer para ser aceito?
- O que tenho dificuldade para admitir sobre mim?
Desenvolvimento
Perguntas de reflexão
- Que característica gostaria de desenvolver?
- Que característica gostaria de utilizar de maneira diferente?
- O que tenho medo de deixar de ser?
- Quem estou me tornando?
“Preciso descobrir minha verdadeira identidade”
Identidade não precisa ser tratada como uma essência escondida esperando para ser encontrada.
Parte da identidade é reconhecida. Parte é construída. Parte é reconstruída ao longo da vida.
“Posso ser qualquer coisa que decidir”
Não.
Desenvolvimento não significa negar realidade.
Existem características individuais, história, contexto, recursos, competências e limitações.
Desenvolvimento significa ampliar possibilidades a partir da realidade, não fingir que ela não existe.
“Basta pensar diferente”
Pensamento influencia interpretação e comportamento, mas mudança sustentável normalmente exige experiência.
Pensar “sou disciplinado” não torna automaticamente alguém disciplinado.
Criar uma rotina, executá-la, enfrentar dificuldades, ajustá-la e sustentá-la produz evidências concretas que podem modificar a percepção sobre si mesmo.
“Meu assessment revelou quem eu sou”
Não.
Um assessment pode ajudar a identificar características ou tendências. O resultado precisa ser interpretado dentro de contexto.
Nenhum instrumento deveria transformar-se em sentença:
“Sou assim porque meu teste disse.”
O instrumento deve ampliar investigação, não encerrá-la.
“Mudar significa deixar de ser eu”
Nem necessariamente. Desenvolvimento pode significar justamente ampliar repertório.
Uma pessoa reservada pode aprender a falar diante de uma audiência sem deixar de ser reservada.
Uma pessoa analítica pode desenvolver maior capacidade relacional sem abandonar sua capacidade analítica.
Desenvolvimento não exige substituir identidade, pode significar aumentar as possibilidades de comportamento disponíveis para aquela identidade.
Começamos esta etapa perguntando:
Quem sou?
Mas conhecer as palavras utilizadas para definir a si mesmo não é suficiente. Precisamos observar essa pessoa em funcionamento.
- Como reage quando é contrariada?
- O que acontece quando sente medo?
- Como decide sob pressão?
- Quais situações alteram seu comportamento?
- O que dispara determinadas emoções?
- Quais padrões se repetem?
- Quais pensamentos aparecem automaticamente?
A pergunta muda.
De:
Quem sou?
para:
Como funciono?
É a passagem de Identidade pessoal para Valores.
A identidade oferece uma representação de quem acreditamos ser. Os valores começam a mostrar quais critérios tornam nossas escolhas mais coerentes com essa representação.
Próxima etapa, Valores: reconhecer o que merece ser preservado nas escolhas.
- Autoconceito: conjunto de percepções, avaliações e representações que uma pessoa desenvolve sobre si mesma.
- Assessment: processo estruturado de avaliação que utiliza instrumentos, observações ou diferentes fontes de informação para compreender características, competências ou comportamentos.
- Autorregulação: capacidade de acompanhar e ajustar pensamentos, emoções e comportamentos em função das demandas da situação e dos objetivos estabelecidos.
- Crença: neste material, refere-se a uma ideia ou convicção que a pessoa considera verdadeira e que pode influenciar sua interpretação de acontecimentos e seus comportamentos.
- Feedback: informação recebida sobre determinado comportamento, desempenho ou resultado que pode ser utilizada para compreensão, aprendizagem e ajuste.
- Identidade: conjunto organizado e relativamente contínuo de percepções, significados, papéis, valores e narrativas por meio dos quais uma pessoa compreende quem é.
- Personalidade: conjunto de padrões relativamente estáveis relacionados à maneira como uma pessoa tende a pensar, sentir e se comportar.
Autoconceito
conjunto de percepções, avaliações e representações que uma pessoa desenvolve sobre si mesma.
Assessment
processo estruturado de avaliação que utiliza instrumentos, observações ou diferentes fontes de informação para compreender características, competências ou comportamentos.
Autorregulação
capacidade de acompanhar e ajustar pensamentos, emoções e comportamentos em função das demandas da situação e dos objetivos estabelecidos.
Crença
neste material, refere-se a uma ideia ou convicção que a pessoa considera verdadeira e que pode influenciar sua interpretação de acontecimentos e seus comportamentos.
Feedback
informação recebida sobre determinado comportamento, desempenho ou resultado que pode ser utilizada para compreensão, aprendizagem e ajuste.
Identidade
conjunto organizado e relativamente contínuo de percepções, significados, papéis, valores e narrativas por meio dos quais uma pessoa compreende quem é.
Personalidade
conjunto de padrões relativamente estáveis relacionados à maneira como uma pessoa tende a pensar, sentir e se comportar.
- ERIKSON, Erik H. Identity: youth and crisis. New York: W. W. Norton, 1968.
- GOLEMAN, Daniel. Emotional intelligence. New York: Bantam Books, 1995.
- KAHNEMAN, Daniel. Thinking, fast and slow. New York: Farrar, Straus and Giroux, 2011.
- MCADAMS, Dan P. The stories we live by: personal myths and the making of the self. New York: Guilford Press, 1993.
- MCADAMS, Dan P.; MCLEAN, Kate C. Narrative identity. Current Directions in Psychological Science, v. 22, n. 3, p. 233-238, 2013.
- OYSERMAN, Daphna; ELMORE, Kristen; SMITH, George. Self, self-concept, and identity. In: LEARY, Mark R.; TANGNEY, June Price (ed.). Handbook of self and identity. 2. ed. New York: Guilford Press, 2012.
- ROBERTS, Brent W.; WALTON, Kate E.; VIECHTBAUER, Wolfgang. Patterns of mean-level change in personality traits across the life course: a meta-analysis of longitudinal studies. Psychological Bulletin, v. 132, n. 1, p. 1-25, 2006.
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